27.6.14

Não abro mão do meu sorriso. Não economizo minhas borroquinhas. Quem me conhece sabe: sorrio como quem passa cheque sem fundo. Que é pra voltar. E vem aos malotes. Recebo todos. Deus não me deu esse sorriso à toa.

(Cleyton Cabral)


Um comentário:

Altavolt disse...

Caro Cleyton,

Em tempos de rancor e ranzinzice, nada como a rebeldia extrema de um sorriso.

Foi bom passar por aqui e poder confirmar que o espaço continua arejado demais!

Abraço!