21.11.13

Uma senha, sei lá. Alguma coisa entre o sorriso e o peito, quizás. Um sinal, qualquiera. Dizendo. Dizendo. Dizendo. A todo momento. Como se abrisse gavetas e guardasse memórias. Cuspindo epifanias mientras o outro gozava da novidade - a pérola - e brilhavam na imensidão âmbar do meio-fio (a dúvida sobre o hífen). O baseado era só o pretexto. 

(Cleyton Cabral)

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