3.5.11

Eu-lírico, tu-lirio.

Teu poema vestido de amor
[um par de versos abertos para mim, exibindo a estrofe úmida]
Teu poema desesperado deixando meu corpo viçoso
[despindo a métrica, rimando em suor]
Teu poema em um ritmo galopante até gozar.

2 comentários:

Edilson Cravo disse...

Gozei...rs.
Abraços querido.

Eduardo Araújo disse...

Cleyton em tempos de poesia? eu ando todo prosa. Cade você para nossos diálogos impertinentes?