26.10.10

Sincronizados.

Amanhecendo olhos negros desérticos desaguando em meus olhos-cais. E a insistência em dizer: eu não sei nadar. Amar é deixar-se afogar. Boiar, talvez. Aprende-se a amar amando e a nadar nadando dando certo ou não. É preciso sair do raso. É preciso mergulhar de cabeça. Nado livre, amor livre. Fazer da vida trampolim, amor em suspensão.

8 comentários:

bruna clares disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Pat Siciliano disse...

Nossa, que lindo isso! Adorei, Cleyton. Muito sensível.

Paulo Braccini disse...

A cara do Clayton!

bjux

;-)

Edilson Cravo disse...

Pra variar... arrasou. rs
Linda semana, abraço.

Obs: Tô esperando sua visita no Lua, viu? rs

Rodrigo disse...

Mergulhei no fundo com essa postagem!

Marcelo R. Rezende disse...

A gente sempre acha oxigênio onde parece impossível.

tom disse...

Ótimo pensamento! Me lembrou a música Defying Gravity.

Eduardo Araújo disse...

"sair do raso" gostei tremendamente disto.