10.9.10

tu

Tua coleção de gafanhotos (e a vontade de se transformar em um só para estar sempre na tua casa, mesmo que trancado no teu guarda-roupa).
A maneira como tu abres a porta para mim (abrindo um sorriso logo em seguida).
O teu beijo de hortelã no meu olho (que mesmo fechado enxerga teus lábios e cura qualquer dor de cabeça).
Todas as luzes apagadas na brincadeira de esconde-esconde (eu te encontrei dentro da geladeira qual um esquimó e te levei ao forno brando).

3 comentários:

Juliana disse...

Ui!

Marcio Nicolau disse...

tua escrita me lembra a da Elisa Lucinda.

meninadedoverde disse...

Seria lindo se tudo permanecesse paixão!
Adoro os seus escritos, Cleyton!

Dedoverde