22.9.10

E o meio-fio refém de tudo.

A palavra presa no engarrafamento da garganta.
Os olhos nublados fitando as putas na Augusta.
A cerveja gelada na tulipa quente.

4 comentários:

Marcelo R. Rezende disse...

Que ambiente lindo *-*
Você arrasa!

RÔ_drigo disse...

Lindo mesmo;]]

Paulo Braccini disse...

adoro esta undergroundalidade ...

bjux

;-)

Marcio Nicolau disse...

poema urbano.