16.8.10

Eu vou, tu vinho.

Abro a porta. Tu me esperas na cama com um vinho afogado no balde de gelo. Duas taças. Dois corpos quentes. Nossos desejos um pelo outro. Teu sorriso largo e eu me perdendo em teus braços. Nossos pés desenhando a beleza da vida no ar. A falta de ar. Tu balão de oxigênio. Teus batimentos. Eu cavalgando na estrada do teu colchão ortopédico. Suspensa. Suor. Sede. Saliva. Tu me bebes com um bom vinho branco. Gozo e espuma.

11 comentários:

Paulo Braccini disse...

Eu vou, tu vinho ... nem seco, nem suave ...

bjux

;-)

Sentimentalidades-Todas disse...

Embora não seja uma degustadora nata de vinhos, eles acabam me lembrando bons encontros... de alma, de corpos e seus deliciosos quereres.
(e se perder entre braços e pernas a este sabor, vai bem!)

Abraços, Cleyton!!!
Mônica

Marcelo R. Rezende disse...

Piro nesses textos.

dedoverde disse...

Menino como esse blog tá orgástico! Adorei!

RAFAEL disse...

uau..qta volupia!!!!

obrigado pela visita...vou dar uma sapeada maior por aqui...volto depois...

abração.

Eduardo Araújo disse...

Erotismo cl(e)ytoriano. Aprovo.

Eduardo Araújo disse...

Erotismo cl(e)ytoriano. Aprovo.

Edu O. disse...

vixe, fiquei espumante aqui!

George Farias disse...

aos litros e baldes...

laís sampaio disse...

tô precisando de um copo de vinho..

Marcio Nicolau disse...

Cleyton, vc foi, eu vim. Obrigado pelo comentário no Intertextual. Estarei sempre aqui.