19.10.09

Eu juro.

Juro pelo que tem de mais profano, que quando te vi, partes de mim pulsaram, como querendo te alcançar. Juro que tentei segurar, mas num ímpeto, a seta já apontava o céu. Juro que deu vontade de puxar teus braços. Juro que queria tuas mãos, tuas costelas nas minhas e o meu corpo no teu. Juro que te amaria. Com direito a vinhos e passeios e outras esquisitices. Juro. Juro. Juro.