19.4.09

prefácio

O desejo dele era escrever uma história instigante. Dessas que lemos a orelha do livro e ficamos com a pulga atrás dela para querer saber até onde vai dar. Uma história com começo, meio e fim. Não necessariamente nesta ordem. Uma história emocionante. Com ritmo, ação, com dez personagens ou com apenas um, na primeira ou na terceira pessoa. Um lugar bonito, numa floresta, numa rua movimentada, dentro de um apartamento. Um lugar feio, um porão, uma casa sem teto e sem chão. Numa aldeia, num castelo medieval, numa praia deserta. Uma história boa. Que em cada pedacinho de vida das personagens , o leitor fique mais perto, participando, defendendo ou condenando, caminhando os olhos em cada linha como se estivesse ali. Se necessário fosse, encher as bolotas d’água. Uma história bonita. De fadas, de reis, de amizade, de amor.

8 comentários:

Katrina disse...

Eu quero escrever algo assim. Um dia

iilógico disse...

é você?

Cleyton disse...

Katrina: escreva.
Marquito: sou eu sim. ^^ estou penando uma história...

Suerda disse...

É maravilhoso ler uma história assim. Daquelas histórias que quando acaba a gente parece que faz parte dela. É como se os personagens da história fossem nossos amigos mais íntimos e dar uma saudade quando ver que está acabando. E chegou a hora da despedida. Eles tem que ir embora e a gente fica. Eles vão encontrar novos amigos e a gente também, em outros livros, outras histórias, outros personagens, novos amigos e depois partir, mais saudades. Mas a vida é assim. De chegadas e partidas. Parabéns! Amei o que escreveu...

Cleyton disse...

Suerda: obrigado pela visita. Volte sempre. Terá (sempre) historinhas doces, amargas, azedas...

.lucas guedes disse...

quero ler!

Jairo Souza disse...

AH o dilema de todo contista!

Bela disse...

Adorei.
Bjos.