17.4.09

ensaio sobre a despedida.

DEIR – Vou. Juro que volto logo.
DEVIR – Vem. Não sei se vai ser fácil não.
DEIR – É rápido. É só fechar os olhos e pronto, já voltei.
DEVIR – Quando voltar traz areinha de praia para mim.
DEIR – Claro! De todas as cores.
DEVIR – Pôxa! Como falarei contigo se lá o celular fica sem sinal?
DEIR – Eu ponho uma concha na orelha e você fala e eu te ouvirei.
DEVIR – Você me acaba com essas poesias.
DEIR – Meu vôo. Vem, me dá um abraço.
DEVIR – Voa.
DEIR – Vou.
DEVIR – Vai.
DEIR – Vou.
DEVIR – Volta.

7 comentários:

Fabíola disse...

b e a u t i f u l !!!

Bela disse...

Lindo!!
Bjos.

Gil. disse...

Quando é amor, a gente sempre volta!
=)

L. disse...

gostei um monte!
muito doce.
senti daqui o cheirinho de mar.

Cleyton disse...

Fabi: besutiful és tu.
Bela: é bom ter vc como visitante assídua. Valeu!
Gil: a gente sempre dá um jeito né? Até de ouvir quando o celular fica sem sinal... volte mais vezes.
L: que bom que gostou, junta o doce da poesia e o salgado do mar e pronto! bjs

Jairo Souza disse...

huahuahauhahauah

contagiante esse V!

Luna Freire disse...

legal tua faceta poética. Confesso que o Vitor me deixou tonta (não te imaginava com esta gaiola de sonhos...) Agora, acompanhando o blog, vou descobrindo novos Cleitons atrás das letras! Xêro, e até mais. Fabiana.